CIRURGIA A LASER

As mulheres brasileiras costumam buscar esses tratamentos, não só pelo aspecto estético, mas também pela motivação e pela melhoria da qualidade de vida.
Um tratamento a laser ou radiofrequência para distrofia vaginal, por exemplo, pode devolver à mulher o prazer sexual e diminuir a probabilidade de doenças ginecológicas. A maior parte dos médicos – e até pacientes – já sabem disso. Muitos estes procedimentos podem ser feitos no próprio consultório. Claro que é preciso passar por uma avaliação anteriormente.
Ninfoplastia a Laser
De maneira geral, utiliza-se a anestesia raqui ou peridural com sedação simples, quando se quer que a mulher durma durante o procedimento. No entanto, também é possível utilizar somente anestesia local. Nesses casos, pode-se deixar o consultório no mesmo dia. A pequena cirurgia consiste na retirada de parte dos pequenos lábios e a reconstrução dessas estruturas, de acordo com as necessidades e exigências estéticas ou funcionais da paciente. As cicatrizes costumam ser bem discretas e praticamente invisíveis. O procedimento dura, em média, de 40 minutos até uma hora.
Radiofrequência em Ginecologia Regenerativa e Funcional
A radiofrequência é uma tecnologia que promete a realização de tratamentos simples, sem dor, e rápido para a paciente. Esse procedimento é realizado através de ondas eletromagnéticas que são convertidas em fontes de calor, capazes de estimular a produção de colágeno, rejuvenescendo e melhorando a região íntima da mulher. Tem excelentes resultados na incontinência urinária leve e atrofia vaginal da menopausa e pós partos.
Laser para clareamento de virilha
Uma das recordistas na procura das mulheres por tratamento íntimo é o clareamento. Elas costumam se queixar do escurecimento das áreas íntimas, principalmente virilha, grandes lábios e região perianal. Normalmente usa-se laser redutor de pigmentos, associado a peelings leves ou não. Também utilizamos lasers fracionados ablativos e não ablativos com baixa fluência. Mas é importante a manutenção do procedimento com clareadores leves. Em pacientes com pele mais escura, é importante ter mais prudência com as fluências usadas. O número de sessões varia de acordo com a área e características de cada paciente. O resultado, se tudo correr bem, costuma ser duradouro.
Laser estreitamento do canal vaginal ou vaginoplastia
O canal vaginal tem seu diâmetro definido pelo conjunto de músculos do assoalho pélvico e dos ligamentos. Independente da ocorrência de partos, o relaxamento vaginal pode ser observado pela perda do tônus desta musculatura. A menopausa agrava ainda mais este quadro, com menor presença de colágeno e elastina. A Síndrome do Relaxamento Vaginal faz com que a mulher tenha dificuldades nas relações sexuais, minimizando o prazer tanto para ela como para o parceiro, causando desconforto. Boa parte dos casos podem ser corrigidos com laser, no próprio consultório. Outros estágios mais avançados de alargamento vaginal, queda da parede anterior da vagina com a bexiga ou posterior com o reto, requerem uma plástica vaginal e perineal (intervenção cirúrgica que reconstrói o períneo e também estreita o canal vaginal, pode ser feita a laser no próprio consultório).
Para tanto, a paciente precisa ser avaliada por um ginecologista, que verá se ela tem indicação clínica e perfil psicológico para ser submetida ao procedimento, lembrando que a ausência de infecções genitais é requisito para a realização da cirurgia. Por isso, o tratamento a laser é tão desejado. O procedimento é feito com aplicação de laser que promove ondas de calor moderado afetando termicamente as fibras do tecido vaginal. Estas ondas de calor de forma controlada promovem o estreitamento da vagina e estimulam a renovação de produção de colágeno fazendo a renovação do tecido da mucosa vaginal e da região de entrada da vaginal.
O resultado é a remodelação dos tecidos da vagina provocando um aperto no canal vaginal.
Ressecamento (atrofia) vaginal?
O ressecamento vaginal é uma complicação comum que afeta quase 50% das mulheres na pós-menopausa. Os sintomas mais comuns são secura vaginal, dor durante a relação sexual, prurido (coceira) genital, dor e ardor. Há também sintomas urinários como aumento do risco de infecção urinária, ardor ao urinar e incontinência (perda de urina).
Como consequência desta condição, observa-se menor qualidade de vida sexual, principalmente relacionada à dor e ao desconforto vaginal durante a relação. Mulheres com estes sintomas possuem dificuldade de alcançar o orgasmo, desconforto perante o parceiro e diminuição no desejo e satisfação sexual. Observam-se casos em que os sintomas urinários, principalmente a incontinência, podem levar a situações desagradáveis durante o ato sexual.
A diminuição do hormônio estrogênio, que ocorre na menopausa, leva a modificações graduais da vagina. Há redução do colágeno e afinamento do epitélio, alteração das células musculares, diminuição da irrigação sanguínea e alteração da inervação. Estas alterações resultam numa diminuição da flexibilidade da parede vaginal, diminuição do fluxo sanguíneo vaginal e alteração da sensibilidade.
As vantagens do tratamento a laser seriam a ação terapêutica apenas na vagina, podendo ser utilizada para mulheres com contra indicação ao uso do estrogênio; a realização de apenas 2 sessões de 15 minutos em 20 dias propiciando uma resposta duradoura de 24 meses e recuperando assim o colágeno, aumentado fluxo sanguíneo vaginal e a lubrificação vaginal.
Clitoroplastia Através do Laser de CO2
Clitoroplastia é a diminuição do tamanho do clitóris. Essa cirurgia é necessária quando a mulher possui o clitóris hipertrofiado, ocasionando incômodos para ela.
Em média um clitóris possui cerca de 0,5 cm, em casos onde o clitóris está hipertrofiado ele pode chegar a até 1,5 cm, ocasionando a busca da mulher pela correção do tamanho.
O problema pode ser congênito, ou seja, a mulher já nasce com o clitóris hipertrofiado. Mas também pode surgir na adolescência, no período da puberdade, ocasionando desconforto para a mulher.
Uma dúvida muito frequente é se a cirurgia seria capaz de reduzir a sensibilidade do clitóris, comprometendo o prazer durante o ato sexual.
Na realidade, devido ao incômodo relatado pela maioria das pacientes que sofrem com a hipertrofia do clitóris, ter o órgão em seu tamanho normal pode ser a solução para que essa mulher usufrua de uma vida sexual saudável e plena.
Tendo em vista que o tamanho excessivo tende a ser um incômodo não só físico, como também emocional, ocasionando constrangimento para a mulher
Não existe nenhuma perda da sensibilidade do clitóris após clitoroplastia a laser.




BEM VINDO!
DR. FABIO LEAL
1) Medicina – EMESCAM ( Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória ) 1998.
2) Ginecologia e Obstetrícia– Residência Médica na Santa Casa de Misericórdia de Vitória.
3) Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e AMB Associação Médica do Brasil
4) Urodinamica – Curso na Santa Casa de Misericordia de Campinas 2001
DRA. ADRIANA FERRI
1) Medicina: EMESCAM ( Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de Vitória ) – 1998
2) Residência médica em Pediatria: HINSG ( Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória ) – 1999 à 2001
3) Residência médica em Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal: HINSG ( Hospital Infantil Nossa Senhora da Glória ) – 2001 à 2002.
4) Especialização em Radiologia e Diagnóstico por Imagem ( Registro no CBR – Colégio Brasileiro de Radiologia nº 29704 ) – 2007 à 2010.